Quando a resposta de um paciente a um instrumento sinaliza alto risco, você recebe um aviso dedicado de segurança clínica. Ele chega em três lugares: no sino de notificações da plataforma, no seu e-mail e, agora, também no seu WhatsApp.
🚨 O que é o alerta de risco
É um aviso que não se mistura com as outras notificações da plataforma. Ele existe para uma coisa só: fazer uma resposta que sinalizou risco chegar até você o mais rápido possível.
⚠️ Por ser um aviso de segurança clínica, o alerta de risco vem ligado por padrão. Você pode desligá-lo nas preferências de notificação, mas a nossa recomendação é manter ativado. É ele que faz uma resposta de risco chegar até você no mesmo dia.
🎯 Quando uma resposta é considerada de alto risco
Os instrumentos têm itens que funcionam como sinalizadores de risco (por exemplo, itens sobre ideação suicida, autolesão ou risco a terceiros). Em questões de alternativas, o que dispara o alerta é a opção que o paciente marcou, e não a pontuação daquela resposta: marcar uma opção de risco aciona o aviso mesmo quando ela não soma pontos no escore do instrumento. Nos itens de escala numérica, continua valendo o ponto de atenção daquele item.
📌 A opção que diz que não houve o sintoma ("Nunca", "Não", "Nenhuma vez") não entra como opção de risco, mesmo em itens sinalizadores. Marcar "Nunca" numa pergunta sobre ideação suicida não é o que dispara o alerta.
O complemento escrito que o paciente pode deixar ao responder não gera alerta de risco. O aviso vem das questões do instrumento. Vale a leitura atenta do complemento: ele aparece no card "Anotação do paciente", dentro da resposta.
🔔 Onde o alerta chega
1. No sino de notificações
O alerta aparece com um ícone de escudo, diferente dos demais avisos, e o título "Risco identificado na submissão de [paciente] ao [instrumento]". Clicar no aviso, ou no botão Ver submissão, abre direto o detalhe da resposta sinalizada, sem passar pela lista de respostas.
📌 Em Ver todas as notificações, o filtro Tipo tem uma opção só para esses avisos: Alertas de risco. É o caminho para reencontrar um alerta antigo sem rolar a lista inteira.
2. Por e-mail
Você também recebe um e-mail avisando do alerta, com o link direto para a resposta. Ele chega com o assunto "Atenção: uma resposta de paciente sinalizou risco", enviado por HumanTrack ([email protected]). Se não encontrar, procure por esse assunto ou por esse remetente, inclusive na caixa de spam.
3. No WhatsApp
Esta é a novidade. O alerta de risco agora também sai por WhatsApp, no celular cadastrado na sua conta, com um botão que abre a resposta na plataforma.
💡 Os três canais são independentes. Se um falhar, os outros continuam funcionando: o aviso do sino nunca deixa de ser criado por causa de um problema no e-mail ou no WhatsApp.
💬 Como é a mensagem do WhatsApp
A mensagem chega de um número dedicado da HumanTrack, o HumanTrack (Lembretes Profissional), no +55 (41) 6349-1203. É um número diferente do que a plataforma usa para falar com os seus pacientes.
Vale salvar esse contato na agenda do seu celular. Assim a mensagem chega identificada e você não corre o risco de confundir o alerta com spam.
O texto é curto e sempre no mesmo formato:
São sempre os mesmos elementos:
o título Paciente em risco;
o seu nome;
o aviso de que uma resposta de paciente sinalizou risco;
o instrumento respondido, quando ele é da biblioteca da HumanTrack;
o botão Ver resposta, que abre a resposta na plataforma.
⚠️ Esse número só envia os alertas, ele não recebe mensagens. Se você responder por ali, ninguém vai ler. Para falar com a gente, use o chat aqui da plataforma.
⚠️ O nome do paciente nunca vai no WhatsApp. Nada do que o paciente respondeu ou escreveu aparece na mensagem. Isso é proposital: a notificação do WhatsApp fica visível na tela bloqueada do celular, então ela não pode carregar informação clínica nem identificar quem respondeu.
Pelo mesmo motivo, quando o instrumento respondido foi criado por você, a mensagem diz apenas "a um dos seus instrumentos", sem o título. Títulos de instrumentos próprios são texto livre e podem conter o nome do paciente ou detalhes do caso, então eles não saem da plataforma.
Para ver o conteúdo, é preciso abrir a plataforma pelo botão, logada na sua conta.
📌 Para receber por WhatsApp, o seu celular precisa estar cadastrado em Minha conta, na seção Dados da conta. Sem o número, o alerta continua chegando normalmente no sino e no e-mail, e apenas o WhatsApp deixa de sair.
📌 O alerta de risco enviado para você não consome os envios de WhatsApp do seu plano. Aquele limite vale para as mensagens que a plataforma envia aos seus pacientes.
✉️ O que o e-mail contém (e o que não contém)
O e-mail é propositalmente enxuto. Ele traz:
o primeiro nome do paciente;
o título do instrumento respondido;
um link para abrir a resposta na plataforma.
📌 Nenhum conteúdo clínico vai no e-mail: nada do que o paciente respondeu ou escreveu aparece no corpo da mensagem. Para ver o conteúdo, é preciso abrir a plataforma pelo link, logada na sua conta.
⚙️ Como escolher por onde receber
Clique no sino de notificações, no topo da plataforma, e depois em Preferências. O mesmo conteúdo também fica em Minha conta, na seção Notificações.
Na seção Tipos, a linha Alertas de risco tem o interruptor principal, que governa o aviso de risco vindo das questões do instrumento.
Logo abaixo dessa linha ficam os interruptores de canal, E-mail e WhatsApp. Eles não ligam nem desligam o alerta: escolhem por onde ele sai, além do aviso dentro da plataforma. O WhatsApp só aparece aqui, no Alertas de risco.
⚠️ Desligar o interruptor principal silencia todos os canais, inclusive o aviso no sino. Se a sua intenção é só parar de receber no celular, desligue o canal WhatsApp e deixe o Alertas de risco ligado.
Mais acima, na seção Canais, existem os controles gerais de E-mail e WhatsApp. Eles valem para a HumanTrack inteira. Se você desligar o WhatsApp ali, o interruptor de WhatsApp dentro do Alertas de risco fica esmaecido, porque o canal já está calado para tudo.
📌 Desligar o alerta não muda o que a plataforma detecta, só o aviso que chega até você. A resposta segue sinalizada dentro da submissão.
🔄 O que mudou
Antes, uma resposta de alto risco gerava apenas o aviso comum de "paciente respondeu ao instrumento", igual a qualquer outra resposta, e nenhum e-mail era enviado. Na prática, o risco só era descoberto ao abrir a resposta.
Depois o aviso ficou dedicado e passou a sair também por e-mail. Agora ele chega ainda por WhatsApp, e você escolhe por quais canais quer receber.
Corrigimos como o risco é identificado nas questões de alternativas: agora vale a opção que o paciente marcou, não a pontuação dela. Alertas gerados antes dessa correção podem ter sido disparados pela regra antiga, e eles continuam no seu histórico como estão. Cada instrumento passa a usar a regra nova a partir da primeira resposta recebida depois da correção.
💡 O alerta é um apoio para você chegar mais rápido à resposta que precisa de atenção. A avaliação da situação e a conduta clínica continuam sendo suas.



